Mente estendida e conteúdos previamente endossados

Bernardo Alonso

Resumo


Neste  artigo,  discutiremos  brevemente  algumas  das  razões  pelas  quais  deve  ser  mantida  a cláusula  de  que  conteúdos  devem  ter  sido  previamente  conscientemente  endossados  para que o bloco de notas de Otto (exemplo de crença disposicional) conte como veículo num cenário de Mente Estendida (ME) a la Clark & Chalmers (1998). Primeiro, apresentaremos o Externalismo Ativo e suas diferenças em relação ao Internalismo e ao Externalismo de Conteúdo. Depois, são apresentados os exemplos do Tetris e MoMA e algumas críticas à ME. Em seguida, serão expostas algumas respostas a tais críticas baseadas na intuição funcionalista e, por último, é defendido que a tese mantém-se intacta ao mostrarmos que pode haver informação sem crença e ME sem sobrecarga.

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