A ARTE PARA DEIXAR-DE-SER

Thiago Reis

Resumo


Pretendemos evidenciar as tendências pós-humanistas contidas na filosofia de Flusser, isto é, de que modo o meio telemático abre novas possibilidades de “hominização”: a possibilidade de transformação do homo faber (precursor do funcionário) em homo ludens/homo designer.  Nesse ínterim, procuraremos ressaltar a importância de exercitarmos a tecnoimaginação, antevendo a possibilidade de que as imagens técnicas se tornem projeções adensadas, capazes de realizar uma nova realidade.


Palavras-chave


Hominização; Pós-História; Homo Ludens; Homo Designer; Vilém Flusser

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