O gênio, por Jean-Jacques Rousseau (1712-1778): tradução e alguns comentários histórico-analíticos

Leandro Gumboski

Resumo


O conceito de “gênio”, mapeado por Lowinski (1964a, 1964b), pode ser encontrado desde a Idade Média. Sua consolidação como forte elemento cultural se dá, sobretudo, nos séculos XVIII e XIX. A ideia de “gênio”, desde então, fragmentou-se, transformou-se e dilui-se no senso comum e, na contemporaneidade, está ainda em grande evidência, repercutindo em diversas imbricações filosóficas e artísticas. Trata-se, portanto, de um estudo de um conceito arcaico, mas com implicações atuais. Neste sentido, o presente artigo procura analisar o conceito de “gênio” nos escritos de Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) – sobretudo no Dictionnaire de Musique (1768), traçar paralelos com autores anteriores e ulteriores ao filósofo suíço e observar, a partir de uma perspectiva musical, como a ideia rousseuaniana de “gênio” está articulada com termos especificamente musicais.

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