Archivos sonoros o la poética de un saber inacabado

Miguel A. García

Resumo


Un archivo sonoro puede ser considerado un saber inacabado y fragmentario. En la conformación de ese saber participan diferentes tecnologías, discursos y epistemologías. Asimismo, intervienen advertida o inadvertidamente decisiones de carácter estético y orientaciones ideológicas. En este artículo se reflexiona sobre estos temas tomando como casos dos conjuntos de registros sonoros: los realizados en varios sitios de Argentina por el científico alemán Robert Lehmann-Nitsche entre 1905 y 1909 y los efectuados en Tierra del Fuego (Argentina y Chile) por los investigadores Charles Wellington Furlong, Martin Gusinde y Wilhem Koppers entre 1907 y 1923.

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