A Imaginação na crítica kantiana dos juízos estéticos

Hélio Lopes da Silva

Resumo


Este artigo mostra que na segunda edição (1787) da Crí- tica da Razão Pura Kant despoja a imaginação de uma boa quantidade de seus atributos anteriores (1781), e que esta modifi cação deixou seus efeitos perniciosos em sua terceira Crítica do Juízo. De fato, este artigo argumenta no sentido de que uma estética kantiana original e autêntica só seria possível quando a concepção kantiana anterior fosse recuperada.

Palavras-chave


Imaginação; Crítica do Juízo; Kant

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